quinta-feira, 6 de março de 2008

Comissão aprova projeto de lei que proíbe envio de spams no Brasil

Fonte: Redação do Computerworld

São Paulo - Proposta aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado prevê multa que até R$ 1.000 para envio de e-mail comercial.

A Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou nesta quarta-feira (05/04) o projeto de lei que permite a usuários da internet bloquear mensagens eletrônicas comerciais não-solicitadas - os chamados spams - recebidas por e-mail sem consentimento.

Pela proposta, fica proibido o envio de mensagens eletrônicas não solicitadas. Também fica proibido o envio de mensagens para endereços obtidos por meio de programas de computador geradores de endereços eletrônicos ou a partir da coleta automática de endereços feita pela internet.

O descumprimento da lei poderá resultar em multa que varia de 50 reais a 1 mil reais. O critério para aplicação da multa analisará a quantidade de mensagens enviadas, a reincidência do envio, os prejuízos causados às redes de comunicação, a extensão do dano experimentado pelo usuário e o benefício auferido pelo remetente do spam.

De acordo com o projeto, o remetente tem de enviar o endereço físico ou eletrônico na mensagem e a forma de o usuário cancelar seu recebimento, se assim o desejar.

Os proprietários de bancos de dados de endereços eletrônicos ficam também proibidos de divulgar informações pessoais sem consentimento do usuário. O projeto agora será analisado na Comissão de Ciência e Tecnologia.

terça-feira, 4 de março de 2008

Enjoy the silence (Sony Ericsson)

Fonte: Brainstorm#9

Existem teses, acadêmicas inclusive, que defendem o fato de que MP3 players são objetos de isolamento social. Nos Estados Unidos já chamou-se isso de “zumbilização” da sociedade, já que os fones de ouvido são uma espécie de semáforo social: indicam quando se pode ou não dirigir a palavra a alguém.

Obviamente, você já ouviu isso antes. Toda vez que surge uma nova tecnologia, tende-se a acusá-la de a nova ameaça da relação entre as pessoas. Exagero, é claro, já sabemos bem que não é nada disso que acontece.

Porém, esse comercial da Sony Ericsson para o mercado sueco parece corroborar essa idéia. Criado pela Saatchi & Saatchi de Estocolmo, o filme mostra algumas pessoas cantando solitariamente o clássico “Enjoy The Silence”, do Depeche Mode. Esses nórdicos adoram uma depressão.

Não deixa de ser um bonito filme, mais pela música do que qualquer outra coisa, e tem fanática pela banda por aí que vai adorar. A narração no final quebra o clima, desnecessária.



Gastos com publicidade online no Brasil crescem 50% em 2007

Fonte: IDG

Por Ralphe Manzoni Jr., editor executivo do IDG Now!
Publicada em 04 de março de 2008 às 09h20
Atualizada em 04 de março de 2008 às 10h18

São Paulo - Participação da internet no bolo publicitário atingiu 2,8%. Números revelam que ritmo de crescimento no País é superior ao mundial.

A participação da internet no bolo publicitário brasileiro atingiu 2,8% em 2007, segundo dados divulgados pelo IAB (Interactive Advertising Bureau) Brasil nesta terça-feira (04/03).

De acordo com os dados do projeto Inter-Meios, do jornal Meio & Mensagem, os gastos com publicidade na internet no Brasil totalizaram 507 milhões de reais no último ano, crescendo 50% sobre 2006.

Os números revelam que a publicidade online está crescendo em ritmo mais acelerado no Brasil que no restante do mundo.

A média de crescimento da publicidade online no mundo foi de 25% em 2007, segundo dados do próprio IAB.

Classe C deve ter participação de 40% na audiência da internet em 2008

Fonte: IDG

Por Ralphe Manzoni Jr., editor executivo do IDG Now!
Publicada em 04 de março de 2008 às 09h24
Atualizada em 04 de março de 2008 às 10h48

São Paulo - IAB Brasil estima que os usuários de internet no Brasil devem chegar a 45 milhões neste ano, um aumento de 15% sobre o ano passado.

A participação da classe C na audiência da internet brasileira deve chegar a 40% até o final de 2008, segundo previsão do IAB (Interactive Advertising Bureau) Brasil.

De acordo com os dados divulgados, a classe C representou 38% da audiência de internet em 2007.

O órgão estima que os usuários de internet no Brasil devem chegar a 45 milhões neste ano, um aumento de 15% sobre o ano passado.

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Vagas online na Hello Interactive

Repassando oportunidades:


1) Assistente de Atendimento Online
2) Gerente de Atendimento Online
3) Coordenador de Projetos
4) Mídia Online
5) Redator online Pleno/Senior
6) Diretor de Arte online Pleno/Senior
7) Programador Flash
Todas as vagas acima são da hello, Interactive - www.hellointeractive.com.br
PERFIL: Pessoas que já tenham experiência de trabalho com internet e estejam familiarizadas com o meio, com o pensamento online, com os processos, termos etc.
A hello, tem 6 meses de vida, e é o braço digital do Grupo ABC, portanto além dos clientes próprios, trabalham em diversos projetos digitais com a DM9, Africa, MPM, Loducca, B/Ferraz, TUDO e outras empresas do grupo.
Para quem quiser saber mais, veja o vídeo institucional - www.hellointeractive.com.br/video
Aos interessados, enviar CV/Portfolio para chiara.martini@hellointeractive.com.br

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

YouTube testa página personalizada com funções de redes sociais

deu no IDGNow..

Por Computerworld/EUA

Framingham - Página experimental ainda restrita permite que amigos compartilhem vídeos favoritos e oferece painel de estatísticas.

O YouTube lançou uma página experimental a um pequeno grupo de usuários escolhidos aleatoriamente, que inclui recomendações personalizadas de vídeos, listas de vídeos adicionadas a páginas de amigos e outras características exclusivas ligadas a uma rede social.

O programa, que entrou em fase experimental na terça-feira (26/02), oferece um novo algoritmo que cria uma lista de recomendações de vídeos baseada na lista de favoritos do usuário. Além disso, os internautas selecionados terão acesso a uma interface nova que exibe os vídeos recentemente adicionados a seus perfis.

A página também inclui uma caracterítica de "Atividades de Amigos" que avisa o usuário sobre as modificações mais recentes nas listas de contatos do internauta. Os amigos confirmados na lista do usuário terão um feed com para acompanhar a lista de vídeos favoritos, classificados ou publicados pelo internauta.

Finalmente, o site experimental inclui um painel de controle com estatísticas sobre a atividade do usuário, incluindo dados como o total de vídeos carregados, os vídeos mais assitidos etc..

Heather Havenstein, editora do Computerworld, de Framingham.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Mercado de anúncios na internet chega a US$ 1,4 bi na China

Fonte: Site Publicidad
25/02/2008

O mercado de anúncios comerciais de internet na China aumentou em 75% por cento e chegou a US$ 1,48 bilhões em 2007, de acordo com relatório publicado pela consultoria iResearch Inc.

O incremento foi promovido, em grande parte, pelo ‘boom’ da publicidade nos motores de busca, que experimentaram uma taxa de crescimento anual de 108,6%, destaca o documento.

A publicidade nos motores de busca representou 27,3% do mercado em termos de valor, um aumento de 4,3 pontos percentuais na comparação com o ano anterior e, a previsão, é de que este ano chegue a 30%.

A publicidade de marcas na internet cresceu 65,3% em 2007 e, até 2011, poderia ultrapassar os US$ 3 bilhões, segundo o estaudo.

Os anúncios comerciais inclusos nos jogos online, programas e vídeos também se converteram em importantes forças propulsoras da publicidade na internet.

A empresa apresentou um prognóstico de que o mercado de anúncios comerciais na internet, na China, se situe em US$ 2,4 bilhões este ano e estará na ordem dos US$ 5,18 bilhões em 2011.

Ao final de 2007, a China contava com 210 milhões de internautas, a segunda maior população de usuários de internet do mundo, ficando apenas 5 milhões abaixo dos Estados Unidos, de acordo com o Centro de Informação da Rede de Internet da China.

Entretanto, no ano passado, Os Estados Unidos faturaram mais de US$ 3,1 bilhões em anúncios comerciais na internet, cerca de 15 vezes o faturamento do país asiático.

Microsoft lança ferramenta para medir publicidade online

Fonte: Site Publicidad
25/02/2008

A Microsoft anunciou, nesta segunda-feira, que está em fase de testes com um novo programa desenvolvido para medir a efetividade da publicidade online de forma mais otimizada.

O lançamento do software chamado ‘Engagement Mapping', é aguardado para 1º de março e, com ele, a empresa de Bill Gates pretende oferecer uma nova ferramenta de medição, capaz de ir além do conceito do ‘último anúncio clicado’, pelo qual se mede, atualmente, o êxito das campanhas.

De acordo com a própria Microsoft, o 'Engagement Mapping', leva em conta todas as interações com o meio internet que levam um usuário até a compra final de um produto.

Além disso, segundo o vice-presidente sênior da Divisão de Soluções Publicitárias da companhia, Brian McAndrews, mudando os padrões de medição online, a Microsoft pretende também modificar um mercado que o Google domina e aparece numa confortável posição, declarou a Reuters.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Os meninos que nos perdoem, mas quem manda na Internet são as garotas

Stephanie Rosembloom

O gênio de computação típico da imaginação popular -homem pálido de óculos- não correspondeu a sua fama.

As pesquisas mostram que entre os mais jovens usuários da Internet, os principais criadores de conteúdo na Web (blogs, gráficos, fotografias, sites) não são pessoas mal ajustadas parecidas com Lone Gunmen de "Arquivo X". Pelo contrário, os cyber-pioneiros do momento são meninas adolescentes digitalmente efusivas.

"A maior parte dos meninos não tem paciência para esse tipo de coisa", disse Nicole Dominguez, 13, de Miramar, Flórida, cujos hobbies incluem desenhar ícones livres, layouts e "glitters" (animações trêmulas) para as páginas de Web e MySpace de outras adolescentes. "É muito difícil".

Nicole publica seus gráficos, assim como seus próprios códigos html e CSS (ela aprendeu sozinha) no sodevious.net, um domínio que sua mãe comprou para ela em outubro, cor de rosa e violeta.





"Se você fizesse uma pesquisa, acho que descobriria que os meninos raramente têm sites", disse ela. "A maioria é menina."

De fato, um estudo publicado em dezembro pelo Projeto Pew de Internet e Vida Americana revelou que entre usuários da Web com 12 a 17 anos de idade, o número de meninas com blogs é significativamente maior do que o de meninos (35% contra 20%), assim como é maior o número de meninas que criam ou trabalham em suas próprias páginas da Web (32% contra 22%).

As meninas também fazem sombra aos meninos na construção de sites da Web para outras pessoas e na criação de perfis em sites de redes sociais (70% de meninas entre 15 e 17 anos têm um, contra 57% dos meninos entre 15 e 17). A publicação de vídeo foi a única área na qual os meninos superaram as meninas: quase o dobro de meninos publicam arquivos de vídeo.

As explicações para o desequilíbrio entre os sexos são tão variadas quanto as cyber-meninas. As meninas incluem blogueiras que pontificam questões adolescentes eternas, tais como "professores cruéis" e ficar "de castigo para sempre", até futuras Martha Stewarts -empresárias cujas experiências online geram mais dinheiro que um verão trabalhando de babá.

"Fui a primeira podcaster adolescente a receber um patrocínio importante", disse Martina Butler, 17, de San Francisco, que há três anos vem gravando um show de música Indie, Emo Girl Talk, em seu porão. Seu primeiro patrocínio corporativo, do remédio para acne Nature's Cure, foi assunto de uma revista de marketing do ramo, Brandweek, em 2005.

Desde então, mais de meia dúzia de empresas, incluindo o provedor de Internet Go Daddy, pagaram para ser mencionadas em seus podcasts, que são publicados aos domingos no emogirltalk.com.

"As coisas só estão crescendo para mim", disse Martina, uma aspirante a anfitriã de rádio e televisão, que achou graça quando soube sobre o estudo do Pew.

"Não estou surpresa, porque as meninas são muito criativas", disse ela, "algumas vezes mais criativas que os homens. Somos corajosas, e os meninos...", sua voz virou uma risada.

A tendência ao reino das meninas na criação de conteúdo vem surgindo há alguns anos -um estudo do Pew publicado em 2005 também revelou que meninas adolescentes eram as principais criadoras de conteúdo- mas a diferença entre os sexos nos blogs, em particular, cresceu.

Enquanto o número de blogueiros adolescentes praticamente dobrou de 2004 a 2006, quase todo o crescimento deveu-se à "maior atividade das meninas", disse o relatório Pew.

As descobertas têm implicações além dos blogs, de acordo com o projeto Pew, porque os blogueiros "têm muito maior probabilidade de se engajar em outras atividades de criação de conteúdo do que adolescentes não blogueiros".

Apesar das meninas superarem os meninos como criadoras de conteúdo da Web, o desequilíbrio entre adultos na indústria de computação continua. As mulheres detêm cerca de 27% dos empregos nas ocupações de computação e matemática, de acordo com o Escritório de Estatísticas do Trabalho.

Nas escolas americanas em 2006, dos alunos que fizeram a prova de ciências de computação, menos de 15% eram do sexo feminino, e houve um declínio de 70% no número de mulheres formando-se em ciências da computação de 2000 a 2005, de acordo com o Centro Nacional de Mulheres e Tecnologia da Informação.

Acadêmicos que estudam a ciência da computação dizem que há várias razões para a escassez de mulheres: muitas vezes os cursos introdutórios são tediosos; é difícil se desfazer dos estereótipos dos homens serem excelentes em ciências; e há poucos modelos femininos. É possível que as meninas que produzem "glitters" desenvolvam um interesse pela ciência rigorosa por trás da computação, mas alguns acadêmicos relutam em tirar essa conclusão.

"Podemos esperar que isso se traduza (em mais mulheres na computação), mas até agora o vão continua", disse Jane Margolis, autora de "Unlocking the Clubhouse: Women in Computing" (MIT Press, 2002). Apesar de ficar contente em saber que as meninas estão dominando programas como Paint Shop Pro, Margolis enfatizou a profunda distinção entre usar softwares existentes e o desejo de inventar novas tecnologias.

Perguntar por que as meninas são prolíficas criadoras de conteúdo da Web em geral leva à especulação e à generalização. Apesar das meninas terem superado os meninos em leitura e redação por anos, de acordo com o Centro Nacional de Estatísticas de Educação, isso não automaticamente se traduz em um desejo coletivo de blogar ou criar uma página no MySpace. Em vez disso, alguns acadêmicos argumentam que as meninas são criadoras de conteúdo online porque os dois sexos são influenciados por expectativas culturais.

"As meninas são treinadas a contar histórias sobre elas mesmas", disse a professora Pat Gill, diretora interina do Instituto de Pesquisa de Comunicações e professora de estudos da mulher na Universidade de Illinois em Urbana-Champaign.

Desde jovens, elas aprendem que são objetos, disse Gill, então aprendem a se descrever. Historicamente, espera-se de meninas e mulheres que sejam sociáveis, comunitárias e hábeis em artes decorativas.

"Isso seria a 'feminização' da Internet", disse ela.

Os meninos em geral aprendem a "se engajar de formas que não são confessionais, não são emocionais".

Uma pesquisa do Centro Berkman de Internet e Sociedade da Faculdade de Direito de Harvard, fez entrevistas com jovens de 13 a 22 anos que sugerem que as práticas das meninas online tendem a ser sobre seu desejo de se expressar, particularmente sua originalidade.

"Com as jovens, é muito mais uma forma de se expressar aos outros, como é vestir certas roupas para ir a escola", disse John Palfrey, diretor executivo do Centro Berkman. A tendência "está associada à expressão da identidade no mundo real".

Esse desejo nunca é tão evidente como quando as meninas criticam farsantes online que essencialmente roubam o visual de suas páginas e gráficos fazendo hotlinking (um link para a imagem de outra pessoa de forma que aparece na própria página). Além de sobrecarregar as linhas de comunicação, é o equivalente digital de chegar a uma festa usando o mesmo vestido que outra menina, disse Palfrey.

Não é de espantar que as meninas façam advertências agressivas em seus sites, como: "Não copie, roube ou redistribua nada das minhas coisas!" ou "Faça um hotlink e morra."

Apesar da criação de conteúdo permitir que as meninas experimentem formas de se apresentar ao mundo, obviamente elas estão interessadas em manter e fazer relacionamentos.

Quando Lauren Renner, 16, estava na quinta série, ela e uma amiga, Sarada Cleary, hoje com 14, de Oceanside Califórnia, começaram a escrever sobre suas vidas em agirlsworld.com, uma revista online interativa com artigos escritos por e para meninas.

"Meninas de toda parte liam e faziam perguntas, sobre o que fazer com um problema", disse Lauren. "Eu acho que as meninas gostam de ajudar os outros com seus problemas, assim, tipo mãe."

Hoje, Lauren e Sarada estão entre mais de 1.000 meninas que regularmente submetem conteúdo ao agirlsworld. Elas fazem alguns trocados escrevendo artigos online e criando atividades relativas às férias, como receitas de café da manhã para o Dia das Mães, que são publicadas no site.

"No colégio, há um certo tipo de gente", disse Sarada. "São locais. On-line, você vivencia a cultura de outras pessoas."

A única área na qual os meninos superam as meninas em criar conteúdo da Web é na publicação de vídeos. Isso não é porque as meninas não sabem usar a tecnologia, disse Palfrey. Ele sugeriu que os vídeos são menos uma questão de expressão pessoal e mais para impressionar os outros. É uma forma ideal para os membros de uma subcultura -skatistas, snowboarders- de demonstrar seu atletismo, disse ele.

Zach Saltzman, 17, de Memphis, disse que a criação de conteúdo no seu círculo de amigos inclui ter um perfil no Facebook e colocar vídeos de jogos lacrosse e curtas originais no YouTube.

"De fato, nunca pensei em fazer meu próprio site", disse Zach depois de voltar de uma aula. Ele não publicou vídeos de si mesmo e não tem um blog porque, como ele diz: "Nunca me interessou e não tenho tempo de manter."

Zach, entretanto, tem um perfil no Facebook, que inclui fotografias digitais.

"É realmente a única forma de manter minhas fotos organizadas, porque não faço álbuns de fotografia e coisas assim", disse ele.

Perguntado se as descobertas do estudo Pew pareciam precisas, ele disse: "É isso que vejo acontecendo. As meninas estão muito mais envolvidas em criar seu material e obter respostas."

Tradução: Deborah Weinberg

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Publicidade on-line cresceu 27% nos EUA em 2007

A consultoria especializada IDC divulgou, nessa segunda-feira, dados que apontam um crescimento de 27% da publicidade na internet nos Estados Unidos em 2007 em comparação ao ano anterior. Os rendimentos alcançaram um total de US$ 25,5 bilhões.

A pesquisa da IDC também identificou que a participação de mercado da Google no quarto trimestre de 2007 caiu pela primeira vez nos últimos dois anos, de acordo com matéria publicada pela Folha de S. Paulo.

A participação da empresa foi reduzida em meio ponto percentual, ficando com 23,7% nos últimos meses de 2007 em comparação com o terceiro trimestre do mesmo ano.

‘Se uma fusão entre a Microsoft e a Yahoo! de fato acontecer, as duas empresas juntas teriam uma participação no mercado de publicidade on-line dos EUA de cerca de 17% no quarto trimestre de 2007’, afirmou Karsten Weide, diretor da IDC.

‘A parceria Microsoft-Yahoo! não alcançaria o patamar em que a Google está no mercado de publicidade on-line, mas daria às empresas melhores chances de concorrer do que se estiverem sozinhas.’

Para calcular a participação de cada empresa no mercado de publicidade na internet do país, a IDC utiliza como base os rendimentos das 15 principais empresas em operação nos EUA, incluindo AOL, CNET, DoubleClick, Facebook, Fox Interactive Media, Google, IAC, Microsoft e Yahoo!.

INTERNET DEVE ULTRAPASSAR RÁDIO

Para a consultoria inglesa ZenithOptimedia, a internet deve ultrapassar o rádio na divisão do bolo da verba publicitária global em 2008.

Segundo estimativas divulgadas no fim do ano passado, a consultoria calcula que a participação da internet no mercado de publicidade deve crescer de 8,1% ,em 2007, para 9,4%, neste ano, enquanto o rádio deve cair de 8,2%, em 2007, para 7,9%.

No Brasil, entretanto, o investimento em publicidade na rede ainda está em descompasso em relação a esses dados mundiais, apesar de apresentar uma tendência de alta.

Segundo o Projeto Inter-Meios, a internet recebeu apenas 2% dos investimentos em publicidade em 2006, contra 4,1% do rádio. Em 2007, no acumulado até setembro, esse índice era de 2,6%, ante 3,9% das rádios.

 
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