quarta-feira, 18 de março de 2009

Interação: a chave do sucesso na web 2.0

Observação: o artigo trata de algo que já está mais do que manjado pra sair numa edição da PropMark de 2009, mas como tratei disso na aula de ontem, enfim, é válido.

Via: PropMark (Eduardo Kifouri)

Iniciemos nossas reflexões por uma pergunta simples: o que um internauta busca em suas navegações pela web?Ele busca aquilo que raramente lhe é proporcionado pela maioria dos portais de negócios e web sites: uma experiência positiva. E o que significa ter uma "experiência positiva" na web? Cada um compreende isso a sua maneira, mas na verdade este é um caminho com quatro estações:

1. Reconhecer seu visitante;
2. Engajar-se com sua busca e com suas necessidades;
3. Antecipar suas expectativas;
4. Para lhe proporcionar uma experiência positiva (de valor).

Tudo isso é obviamente maravilhoso, mas não é fácil. As páginas web precisam ser dotadas de uma inteligência que, hoje, a maioria não tem e isso dependerá enormemente da evolução dos softwares de gerenciamento e apresentação de conteúdo em direção a web 2.0.

Desde o surgimento da internet o comportamento dos visitantes tem mudado
gradativamente. Os primeiros internautas, no início dos anos 90, eram curiosos, meio que "espiavam" as coisas na web. No final dos anos 90, início do século XXI, este comportamento mudou, com os internautas procurando por informações de valor. Finalmente, nos últimos 3 a 4 anos, o internauta passou a uma categoria de gerador de conteúdo.

Como participante ativo de comunidades na web, ele se sente no direito de opinar. A
audiência passa a interagir dentro dos sites corporativos, buscando informações e gerando informações (quando isso é estimulado e permitido) e, muitas vezes, criando dentro do site seu próprio ambiente. Trata-se de uma revolução!

Se antes um jornal online era um mero reflexo de sua versão em papel, hoje o visitante busca uma interação maior com o meio através de discussões, fóruns e ferramentas de comentários e ratings. O conteúdo da mídia tradicional está se adequando rapidamente ao novo mundo da colaboração digital no qual o visitante possui grande relevância na linha editorial do veículo que consome.

Alguns sites já permitem que o próprio usuário eleja quais conteúdos são mais relevantes através de simples votação, orientando a recriação das páginas de acordo com a preferência de seus visitantes.

Ao criar um ambiente que permita ao público interagir com seu conteúdo, há o surgimento de uma comunidade ao seu redor. Criam-se relações entre os usuários e o site, o que o fortalece cada vez mais.

Reconhecimento numa página web significa compreender como seus visitantes se comportam, quais tipos de conteúdo demandam e de que forma se relacionam com o site e entre si fazendo com que um visitante ocasional contribua muito mais do que com um simples page view em seu contador. Cada visita pode se transformar numa nova oportunidade de aprendizado e interação para o internauta e de novos negócios para os donos do site.

Você, como a maioria, provavelmente tem um comportamento pró-ativo na web como pessoa
física. O que o impede, ou inibe, de ter o mesmo comportamento em relação às páginas
corporativas? Como sua empresa vê essa dicotomia e o que faz a respeito?

terça-feira, 17 de março de 2009

Vaga de estágio na Leo Burnett

Pessoas amigas, repassando oportunidade na Leo Burnett - 17/mar/2009

Estão procurando um estagiário de atendimento, que esteja no 5o. ou 6o. semestre de Comunicação e que fale inglês fluentemente (mesmo!).

cvs para: rafael.oliveira@leoburnett.com.br

sexta-feira, 13 de março de 2009

Mais de 20% dos usuários de web móvel vêem TV no celular, diz estudo

Fonte: TI Inside, mar.2009. Disponível em: . Acesso em 13 mar. 2009.

A crescente necessidade de opções flexíveis de visualização para conciliar com novos estilos de vida está levando executivos de alto escalão a assistirem TV em laptops, PCs e terminais móveis, de acordo com um estudo comportamental sobre o consumo realizado pela Ericsson e a rede de TV americana CNN.

O levantamento, realizado entre a audiência on-line da CNN, também revelou que um número cada vez maior de líderes empresariais estão compartilhando conteúdo de vídeo gerado por usuários. Segundo a pesquisa, 56% dos participantes com internet móvel, acessam conteúdo on-line enquanto estão em movimento, por exemplo, via terminais móveis. Essa tendência reflete o crescente número de consumidores de alta renda com acesso a internet fora de casa ou do ambiente do escritório.

Cerca de três quartos (73%) da audiência on-line global da CNN compartilha conteúdo de vídeo gerado por usuários. De fato, 66% das pessoas com mais de 45 anos compartilham conteúdo de vídeo gerado por usuários, derrubando o mito segundo o qual essa atividade é apenas para jovens. Praticamente um terço (29%) dos pesquisados gravam clipes de vídeo em seus celulares. Reconhecendo o rápido crescimento do jornalismo cidadão, e talvez refletindo o aumento no número de plataformas sociais que oferecem o compartilhamento de vídeos, 16% dos participantes que compartilham conteúdo de vídeo gerado por usuários fazem isso com outros membros da comunidade digital.

Ainda segundo o estudo, 67% dos entrevistados têm o hábito de assistir TV no computador (desktop ou laptop) – índice que aumentou nos últimos três ou quatro anos – e quase um quarto (23%) diz que o hábito de assistir TV em terminais móveis também aumentou durante o mesmo período. A flexibilidade (71%) ou o desejo de assistir conteúdos “perdidos” (51%) foram citados como os principais motivos de assistir conteúdo da TV no computador.

O websites de marcas reconhecidas são os destinos on-line mais comuns entre os participantes que acessam conteúdo de TV on-line. Os das emissoras de TV (60%) aparecem como a principal escolha para acessar conteúdo de TV on-line. Em seguida, aparecem as áreas das emissoras em websites que compartilham vídeos, como o YouTube (13%).

A televisão ainda é o aparelho mais popular entre a audiência global da CNN. Trinta e cinco por cento assistem ao aparelho de televisão por mais de dez horas por semana, enquanto o
período que passam diante do computador (9%) ou terminais móveis (5%) é bem menor.

“Essas pesquisas personalizadas oferecem informações valiosas que nos ajudam a capacitar os clientes para fazer marketing mais inteligente e eficiente”, comentou Max Raven, vicepresidente sênior de vendas de publicidade da CNN International. “Um exemplo vivo é a campanha de publicidade multiplataforma ‘Race-for-Growth’, criada pela CNN para promover a participação da Ericsson na Volvo Ocean Race. É uma solução completa que oferece ao cliente a oportunidade de se conectar com a audiência de consumidores high-tech e líderes empresariais da CNN, por meio do mouse, celular ou do controle remoto – em qualquer canto do planeta.”

A pesquisa foi realizada on-line nos sites CNN.com, CNN.com/international e CNNmoney.com, com 1.094 telespectadores on-line da CNN no mundo todo.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Na média, crianças ganham celulares com 8 anos de idade

Via Gizmodo

De acordo com um estudo recente pelo Grupo de Educação de Finanças Pessoais, a criança média ganha um celular quando têm 8 anos - 35% das crianças de 8 anos de idade já têm um telefone celular.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Hotmail, Citroëm e publicidade negativa

via: Blog do GJol



Olhem este visual! Não sei quanto a vocês, mas, por diversos fatores, já pensei em encerrar minha conta no hotmail. A novidade hoje foi esta propaganda da Citroën que prejudicou e muito a visualização da caixa de entrada. E, para completar, colocaram um ícone com a palavra fechar, que, ao clicar, levava a um link (uma página). É achar que, no mínimo, o usuário é besta. É conspirar contra si.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Nerds alemães têm aula de pegação na faculdade

Via Reuters

Que tal se fosse incluída uma nova disciplina no currículo dos cursos de ciência da computação do país, chamada "Pegação"? Ok, ok, em todos os cursos de tecnologia! O que você acha?? Pois saiba que se a sua faculdade não adotar a idéia, tudo o que você precisa fazer é aprender alemão. Por quê?

A Universidade de Potsdam, no sul de Berlim, está oferecendo exatamente essa disciplina aos seus alunos de TI. Desse jeito, até o mais geek dos nerds pode aprender a flertar com um mínimo de dignidade, não?

Os 440 estudantes matriculados no curso vão aprender como escrever deliciosas mensagens de texto e e-mails, impressionar pessoas em festas e lidar com uns foras aqui e ali.

Philip von Senftleben, um apresentador de rádio, será o professor. Ele resumiu seu novo trabalho como "ensinar como se apossar do coração de alguém que bate rápido enquanto o seu permanece calmo". Parece que o cara sabe mesmo das coisas.

A disciplina é parte da seção de "habilidades sociais" dos cursos de TI e foi planejado para facilitar a entrada no mundo do trabalho. Os estudantes também vão aprender linguagem corporal, como falar em público, controle de estresse e habilidades de apresentação. Enfim, tudo o que um nerd estereotipado necessita para viver em harmonia com as pessoas comuns.

"Nós queremos preparar nossos estudantes com as habilidades sociais necessárias para que sejam bem-sucedidos tanto em suas vidas provadas quanto profissionais", declarou Hans-Joachim Allgaier, porta-voz do instituto da universidade onde o curso está sendo oferecido desde segunda-feira.

É, a primeira turma já começou. Mas veja pelo lado bom: se você é um verdadeiro nerd e se interessou em pedir sua transferência de faculdade, não terá problemas em aprender alemão até o início do próximo semestre! ;)

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

China já tem 298 milhões de internautas

São Paulo - Em um ano, número de usuários disparou 41,9%, diz instituto de pesquisa oficial.

O número de internautas na China disparou em 2008, segundo dados de um instituo de pesquisa oficial. De acordo com o Centro de Informação de Internet e Redes da China, o número de usuários cresceu 41,9% de um ano para cá, chegando a 298 milhões de pessoas conectadas à rede mundial de computadores. Ou seja, a China a tem uma 'população' de internautas quase do mesmo tamanho de toda a população dos EUA.

Apesar do crescimento e do número absoluto de usuários, a penetração da internet na China ainda é relativamente pequena quando comparada a outros países: 22,6% dos chineses têm acesso à web, índice similar ao do Brasil onde 38,2 milhões de pessoas têm acesso à rede, o equivalente a aproximadamente 20% da população brasileira. Nos EUA, a penetração da internet está em 71%.

De acordo com o estudo, no fim de 2009, 234 milhões de chineses (73,6% dos internautas) afirmaram que leram notícias online. Um ano antes, esse número era de 155 milhões de internautas.

O que mais impressionou, porém, é que o número de usuários web na China não para de crescer, mesmo com o forte controle imposto pelo governo. Sites considerados "politicamente sensíveis", como os do grupo Repórteres Sem Fronteiras e de organizações contrárias ao governo chinês são bloqueados. Ao mesmo tempo, o governo usa a web para distribuir mensagens oficiais. Segundo a BBC, as autoridades locais também estão promovendo campanhas contra conteúdo considerado ofensivo, como sites pornográficos.

Via: IDG Now!

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Você atualiza o Wikipedia? Seu desagradável!!

Via: Gizmodo

Como os psicólogos que investigam o comportamento de internautas - e também dos gamers - às vezes parecem não ter muito o que fazer (alguém já viu algum estudo sobre esses dois temas com resultados realmente relevantes?), eles decidiram agora avaliar a mente de quem colabora com o Wikipedia. Isso mesmo, daquelas pessoas que entram no serviço para dar uma explicação sobre algum tema ou complementar o trabalho de outros. E sabe quais as características principais desses seres tão estranhos? Eles são egoístas e cabeças-duras.

Um grupo de pesquisadores da Escola Sammy Ofer de Comunicação, de Israel, conversou com 60 colaboradores locais do Wikipedia para traçar suas personalidades, e então comparou o resultado com as entrevistas realizadas com 70 alunos com a mesma faixa etária e hábitos de Internet semelhantes aos do primeiro grupo. Todos responderam a um questionário sobre seu comportamento online e no mundo real, nível de extroversão e conscientização. Pelas diferenças analizadas, então, os colaboradores do Wikipedia podem ser considerados pessoas desagradáveis e totalmente fechadas a novas idéias e a opiniões contrárias às suas próprias.

Bom, conforme previsto, descobriu-se que aqueles que atualizam o serviço se sentem mais confortáveis no mundo virtual, considerado o ambiente mais importante. A surpresa é que, apesar de a Wikipedia pregar a colaboração (e uma colaboração voluntária e gratuita), essas pessoas fizeram pouquíssimos pontos em sociabilidade. "Eles não colaboram por altruísmo, mas sim porque são egoístas e possuem dificuldades em se expressar em situações sociais de verdade. A recompensa vem na forma de alguém ouvir (no caso, ler) o que eles dizem. O Wikipedia se torna a voz deles", afirmou o coordenador do projeto à NewScientist.

A revista lembra de um outro estudo recente com resultados semelhantes. O pessoal da Universidade de Delaware, em Newark (Estados Unidos), andou divulgando que os heavy users de serviços como Digg e Twitter, por exemplo, tendem a ser extremamente ansiosos e a ter pouquíssimos amigos no mundo real. Sobre o YouTube, então, a conclusão foi de que, quanto mais hits recebem, mais as pessoas são propensas a continuar subindo vídeos. Ah. E os próximos serão os usuários do Facebook, analisados pelos mesmos pesquisadores israelenses.

 
BlogBlogs.Com.Br