sexta-feira, 27 de março de 2009

O fenômeno do Twitter e a snack culture

Via: Publicidad
Por Marcelo Tripoli*

Tenho recebido muitas indagações sobre a real utilidade do Twitter, que pode ser definido, à primeira vista, como uma rede social na qual pessoas e amigos descrevem ações e acompanham detalhes do cotidiano de desconhecidos.

O grande trunfo do Twitter é, aparentemente, esse: como em um verdadeiro Big Brother, os usuários matam sua curiosidade ao acompanhar a vida alheia. A tamanha popularidade deste tipo de ferramenta chamou, é claro, a atenção das empresas, especialmente das áreas de marketing, nas quais os profissionais têm muitas dúvidas sobre a amplitude do Twitter e como ele pode ser utilizado para conectar marcas e consumidores, agregando vantagens competitivas.

Confesso que, em um primeiro contato, considerei o Twitter bastante inútil. Afinal, o que uma ferramenta em que você fica o tempo todo respondendo a uma única pergunta - o que está fazendo? – pode agregar às marcas? Enfim, qual a lógica de ler o que os outros estão fazendo e ficar o tempo todo postando o que você está fazendo?

Se o Twitter tivesse apenas esta simplicidade, seria uma cópia de outras redes sociais e ficaria, com certeza, restrito a adolescentes e determinados nichos. Porém, seu potencial é muito maior. Esta ferramenta, fundada em 2006, por uma empresa de São Francisco, nos Estados Unidos, quebrou paradigmas e tem como principal característica limitar as mensagens em até 140 caracteres. Esta restrição, em pouco tempo, concretizou definitivamente o sucesso do Twitter.

Ao limitar o tamanho dos posts, que inclusive podem ser enviados pelo celular, a ferramenta sai na frente dos blogs – mais rápida e prática para postar mensagens – e se adéqua definitivamente a um fenômeno, descrito na capa da Wired de alguns meses atrás, como Snack Culture - o consumo de conteúdo cada vez mais rápido e superficial e baseado em um mundo cada vez mais digital.

Isso faz total sentido: o tempo de atenção que dispensamos para um assunto é cada vez menor e a tecnologia tem que se adequar. Os vídeos no YouTube, por exemplo, são limitados a dez minutos.

Ok! Mas, voltamos ao Twitter, uma alternativa interessante de mídia digital para os próximos anos. Como as empresas podem aproveitá-lo? Existem diversas formas, entre as quais vale destacar:

- Pesquisar o que estão falando da sua marca ou do seu produto. Para isso, basta entrar no search.twitter.com;

- Abrir um canal de comunicação e suporte aos seus consumidores, como fez a Comcast, maior operadora de TV da cabo dos EUA;

- Divulgar conteúdos e informações em primeira mão para os consumidores que optarem por te seguir, como fez o canal Telecine;

- Transmitir ofertas de produtos e promoções, como Amazon;

- Prestar serviço, informando, por exemplo, cancelamento de vôos, como fez a Delta.

Estes são apenas alguns exemplos básicos de como o Twitter pode rapidamente ajudar a sua empresa a ganhar ainda mais popularidade e conquistar consumidores. Muitas já aderiram a esta tecnologia e estão, inclusive, substituindo blogs corporativos pelo Twitter. É a snack culture em ação com força total. E se você quer saber mais, não esqueça de me seguir no www.twitter.com/marcelotripoli.

terça-feira, 24 de março de 2009

O acesso por banda larga cresceu 24% em 1 ano, informa Ibope

Via: Blue Bus

O numero de usuários brasileiros residenciais que navegam por banda larga cresceu 24% em um ano, segundo relatório do Ibope Nielsen Online. Dos 24,8 milhoes de internautas ativos em fevereiro, 87% usaram broadband. "O crescimento do uso de banda larga foi maior no público feminino, principalmente crianças e adolescentes, justamente os perfis que historicamente menos usam conexoes rápidas", detalhou o analista José Calazans.

domingo, 22 de março de 2009

Novo Mercedes SCL600 - Sem volante, sem pedais, só um joystick

Recebi por email e achei um tanto quanto curioso... replico abaixo as fotos e o texto

Este é novo Mercedes-Benz SCL600


Este veículo não tem volante de direção. Nem pedais...
Apenas um Joystick!


Será que você é capaz de dirigir com um joystick?
Os seus filhos/netos com certeza serão capazes...A influência dos computadores e vídeo-games em suas vidas preparou-os realmente para isso..

quarta-feira, 18 de março de 2009

Problemas com o @twitter?

@guisoares

Embora eu passe as terças e quintas "vendendo" essas coisas digitais, simplesmente adoro as auto-críticas desse tipo! =D


Interação: a chave do sucesso na web 2.0

Observação: o artigo trata de algo que já está mais do que manjado pra sair numa edição da PropMark de 2009, mas como tratei disso na aula de ontem, enfim, é válido.

Via: PropMark (Eduardo Kifouri)

Iniciemos nossas reflexões por uma pergunta simples: o que um internauta busca em suas navegações pela web?Ele busca aquilo que raramente lhe é proporcionado pela maioria dos portais de negócios e web sites: uma experiência positiva. E o que significa ter uma "experiência positiva" na web? Cada um compreende isso a sua maneira, mas na verdade este é um caminho com quatro estações:

1. Reconhecer seu visitante;
2. Engajar-se com sua busca e com suas necessidades;
3. Antecipar suas expectativas;
4. Para lhe proporcionar uma experiência positiva (de valor).

Tudo isso é obviamente maravilhoso, mas não é fácil. As páginas web precisam ser dotadas de uma inteligência que, hoje, a maioria não tem e isso dependerá enormemente da evolução dos softwares de gerenciamento e apresentação de conteúdo em direção a web 2.0.

Desde o surgimento da internet o comportamento dos visitantes tem mudado
gradativamente. Os primeiros internautas, no início dos anos 90, eram curiosos, meio que "espiavam" as coisas na web. No final dos anos 90, início do século XXI, este comportamento mudou, com os internautas procurando por informações de valor. Finalmente, nos últimos 3 a 4 anos, o internauta passou a uma categoria de gerador de conteúdo.

Como participante ativo de comunidades na web, ele se sente no direito de opinar. A
audiência passa a interagir dentro dos sites corporativos, buscando informações e gerando informações (quando isso é estimulado e permitido) e, muitas vezes, criando dentro do site seu próprio ambiente. Trata-se de uma revolução!

Se antes um jornal online era um mero reflexo de sua versão em papel, hoje o visitante busca uma interação maior com o meio através de discussões, fóruns e ferramentas de comentários e ratings. O conteúdo da mídia tradicional está se adequando rapidamente ao novo mundo da colaboração digital no qual o visitante possui grande relevância na linha editorial do veículo que consome.

Alguns sites já permitem que o próprio usuário eleja quais conteúdos são mais relevantes através de simples votação, orientando a recriação das páginas de acordo com a preferência de seus visitantes.

Ao criar um ambiente que permita ao público interagir com seu conteúdo, há o surgimento de uma comunidade ao seu redor. Criam-se relações entre os usuários e o site, o que o fortalece cada vez mais.

Reconhecimento numa página web significa compreender como seus visitantes se comportam, quais tipos de conteúdo demandam e de que forma se relacionam com o site e entre si fazendo com que um visitante ocasional contribua muito mais do que com um simples page view em seu contador. Cada visita pode se transformar numa nova oportunidade de aprendizado e interação para o internauta e de novos negócios para os donos do site.

Você, como a maioria, provavelmente tem um comportamento pró-ativo na web como pessoa
física. O que o impede, ou inibe, de ter o mesmo comportamento em relação às páginas
corporativas? Como sua empresa vê essa dicotomia e o que faz a respeito?

terça-feira, 17 de março de 2009

Vaga de estágio na Leo Burnett

Pessoas amigas, repassando oportunidade na Leo Burnett - 17/mar/2009

Estão procurando um estagiário de atendimento, que esteja no 5o. ou 6o. semestre de Comunicação e que fale inglês fluentemente (mesmo!).

cvs para: rafael.oliveira@leoburnett.com.br

sexta-feira, 13 de março de 2009

Mais de 20% dos usuários de web móvel vêem TV no celular, diz estudo

Fonte: TI Inside, mar.2009. Disponível em: . Acesso em 13 mar. 2009.

A crescente necessidade de opções flexíveis de visualização para conciliar com novos estilos de vida está levando executivos de alto escalão a assistirem TV em laptops, PCs e terminais móveis, de acordo com um estudo comportamental sobre o consumo realizado pela Ericsson e a rede de TV americana CNN.

O levantamento, realizado entre a audiência on-line da CNN, também revelou que um número cada vez maior de líderes empresariais estão compartilhando conteúdo de vídeo gerado por usuários. Segundo a pesquisa, 56% dos participantes com internet móvel, acessam conteúdo on-line enquanto estão em movimento, por exemplo, via terminais móveis. Essa tendência reflete o crescente número de consumidores de alta renda com acesso a internet fora de casa ou do ambiente do escritório.

Cerca de três quartos (73%) da audiência on-line global da CNN compartilha conteúdo de vídeo gerado por usuários. De fato, 66% das pessoas com mais de 45 anos compartilham conteúdo de vídeo gerado por usuários, derrubando o mito segundo o qual essa atividade é apenas para jovens. Praticamente um terço (29%) dos pesquisados gravam clipes de vídeo em seus celulares. Reconhecendo o rápido crescimento do jornalismo cidadão, e talvez refletindo o aumento no número de plataformas sociais que oferecem o compartilhamento de vídeos, 16% dos participantes que compartilham conteúdo de vídeo gerado por usuários fazem isso com outros membros da comunidade digital.

Ainda segundo o estudo, 67% dos entrevistados têm o hábito de assistir TV no computador (desktop ou laptop) – índice que aumentou nos últimos três ou quatro anos – e quase um quarto (23%) diz que o hábito de assistir TV em terminais móveis também aumentou durante o mesmo período. A flexibilidade (71%) ou o desejo de assistir conteúdos “perdidos” (51%) foram citados como os principais motivos de assistir conteúdo da TV no computador.

O websites de marcas reconhecidas são os destinos on-line mais comuns entre os participantes que acessam conteúdo de TV on-line. Os das emissoras de TV (60%) aparecem como a principal escolha para acessar conteúdo de TV on-line. Em seguida, aparecem as áreas das emissoras em websites que compartilham vídeos, como o YouTube (13%).

A televisão ainda é o aparelho mais popular entre a audiência global da CNN. Trinta e cinco por cento assistem ao aparelho de televisão por mais de dez horas por semana, enquanto o
período que passam diante do computador (9%) ou terminais móveis (5%) é bem menor.

“Essas pesquisas personalizadas oferecem informações valiosas que nos ajudam a capacitar os clientes para fazer marketing mais inteligente e eficiente”, comentou Max Raven, vicepresidente sênior de vendas de publicidade da CNN International. “Um exemplo vivo é a campanha de publicidade multiplataforma ‘Race-for-Growth’, criada pela CNN para promover a participação da Ericsson na Volvo Ocean Race. É uma solução completa que oferece ao cliente a oportunidade de se conectar com a audiência de consumidores high-tech e líderes empresariais da CNN, por meio do mouse, celular ou do controle remoto – em qualquer canto do planeta.”

A pesquisa foi realizada on-line nos sites CNN.com, CNN.com/international e CNNmoney.com, com 1.094 telespectadores on-line da CNN no mundo todo.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Na média, crianças ganham celulares com 8 anos de idade

Via Gizmodo

De acordo com um estudo recente pelo Grupo de Educação de Finanças Pessoais, a criança média ganha um celular quando têm 8 anos - 35% das crianças de 8 anos de idade já têm um telefone celular.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Hotmail, Citroëm e publicidade negativa

via: Blog do GJol



Olhem este visual! Não sei quanto a vocês, mas, por diversos fatores, já pensei em encerrar minha conta no hotmail. A novidade hoje foi esta propaganda da Citroën que prejudicou e muito a visualização da caixa de entrada. E, para completar, colocaram um ícone com a palavra fechar, que, ao clicar, levava a um link (uma página). É achar que, no mínimo, o usuário é besta. É conspirar contra si.

 
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