domingo, 30 de março de 2008

Japoneses criam "lápide digital"

Fonte: IG Tecnologia / Rafael Rigues

Códigos de barras estampados nas pedras tornam fácil e rápido o acesso a um memorial com fotos, vídeos e depoimentos sobre o falecido

Códigos QR, um tipo de código de barras bidimensional que se parece com uma espécie de "tabuleiro de xadrez", estão em todos os lugares no Japão. É impossível abrir uma revista ou ver um anúncio em uma loja sem encontrar um dos códigos. Sua popularidade pode ser atribuída à praticidade: basta fotografar o código com a câmera de seu telefone celular para ser automaticamente levado a um site com mais informações sobre um produto ou serviço anunciado. Alguns sites, como os de fabricantes de videogames, oferecem até conteúdo exclusivo, como papéis de parede e ringtones.

Agora, os códigos QR estão chegando a uma nova fronteira: o mundo dos mortos. A empresa funerária japonesa Ishi no Koe (vozes das pedras) está oferecendo um novo tipo de lápide batizada de Kuyou no Mado (algo como "janela memorial"), com um código QR impresso no mármore. Ao fotografar o código o visitante do túmulo pode acessar um site em memória do falecido, com fotos, vídeos e depoimentos da família.

É uma alternativa bastante "japonesa" e muito mais discreta e barata que o sistema norte-americano Vidstone, uma lápide com um monitor LCD, sistema multimídia e painéis solares para fornecer energia elétrica. Enquanto o sistema norte-americano pode quebrar e exigir manutenção, o sistema japonês é praticamente imune a falhas, ao menos do ponto de vista das lápides. Preço não foi divulgado.

sexta-feira, 28 de março de 2008

Você escolhe o nome da JetBlue brasileira

O auge do conteúdo colaborativo corporativo é quando o usuário define o nome de sua própria empresa =)

Veja a ação da JetBlue no Brainstorm#9, onde os usuários decidirão o nome da empresa no Brasil.

Por falar em metaversos....

Pessoalzinho de Digital I e II, lembrando da aula sobre Metaversos, que tal um GPS que mostra o ambiente em 3D? Inclusive prédios e demais construções.

Confira como é 'navegar' num SimCity real no site do Digital Drops =)

Ferramenta permite avaliação de opiniões online sobre produtos e serviços

Por Redação do Computerworld

São Paulo - Serviço analisa o que os consumidores publicaram sobre empresas em redes sociais e sites corporativos e respostas a conteúdo.

Um novo serviço hospedado lançado esta semana permitirá que as companhias absorvam a “inteligência do consumidor” através de conteúdo publicado sobre elas por seus clientes em diversas redes sociais, juntamente com as respostas a esse conteúdo.

Batizado 'Customer Insight Platform', o serviço da Networked Insights utiliza o processamento de linguagem natural para medir a interação e envolvimento dos consumidores com as comunidades online operadas por uma empresa e em redes sociais, como o MySpace.

Os dados colhidos por essa ferramenta ajudarão as companhias a entenderem melhor como os consumidores e potenciais clientes se sentem em relação a seus produtos e serviços, explica DanielNeely, CEO da Networked Insights. As empresas podem utilizar esses dados para aprimorar produtos, lançar novos serviços ou até alterar suas práticas de marketing e serviços ao consumidor, acrescenta.

“Mídia social implica fazer coisas baseadas em uma abordagem mensurável”, diz Neely. As companhias entendem que existe comprometimento com elas em sites pela internet, mas elas precisam “descobrir como medir isso”, avalia o executivo. “Seus clientes estão se comprometendo com áreas específicas, e é nelas que você deveria investir seus dólares”, aconselha.

Por exemplo, uma empresa de bebida alcoólica pode usar a ferramenta para monitorar discussões em uma rede social sobre sua marca de whisky para entender se ela é vista positiva ou negativamente. A companhia também poderia usar as informações de posts que expressem as dificuldades dos consumidores no momento de escolher uma marca de bebidas, e explorar essas informações em campanhas de marketing.

A ferramenta da Networked Insights vai além da simples identificação de tópicos relacionados a uma companhia através da busca pelo nome da empresa ou de seu produto, observa Neely. O serviço mergulha em qualquer interação que mencione a companhia ou alguma de suas marcas.

Neely exemplifica: um simples post sobre um produto pode não trazer muito valor para uma empresa. No entanto, se esse simples post gerar uma série de comentários e circular entre internautas de diferentes regiões, por exemplo, ele pode indicar um alto nível de interesse.

Um varejista online poderia utilizar o serviço para analisar o conteúdo de uma rede social que mostre o interesse típico de consumidores com base em seus dados demográficos, acrescenta Neely. Profissionais de departamentos de atendimento ao cliente poderiam então tentar vender mais produtos a esses consumidores com base nos interesses descobertos pela ferramenta.

quinta-feira, 27 de março de 2008

Google anuncia estatísticas para vídeos publicados no YouTube

Por Redação do IDG Now!

São Paulo - YouTube Insight registrará popularidade e procedência dos usuários que assistem vídeos, supostamente aumento apelo comercial das obras.

O Google anunciou nesta quinta-feira (26/03) o lançamento do YouTube Insight, ferramenta de medição para o serviço que reúne estatísticas sobre os vídeos publicados pelo usuário.

Simples, o YouTube Insight registra o número de visualizações do vídeo, assim como a origem dos usuários interessados na obra, em uma interface que mescla o mapa usado no serviço Analytics à linha do tempo apresentada no Finance, ambos do Google.

O serviço de análise usa os registros para indicar a popularidade do vídeo em comparação à média do YouTube em determinado período. O Insight segue tendência iniciada pelo Flickr em dezembro de 2007.

"Com estas informações, você pode se concentrar em criar conteúdo focado que tenha apelo à sua audiência alvo e publicar vídeos nos dias em que estes usuários estão no YouTube", justifica o blog do serviço.

Estudo revela que 94,5% dos pais acham que filhos correm perigo na web

Por Redação do IDG Now!

São Paulo - Pesquisa da F-Secure revela ainda que 20,3% dos pais acreditam que as crianças respeitam os limites de tempo para o uso da rede.

Somente 5,5% dos pais se sentem seguros a respeito da navegação de seus filhos na internet, segundo um estudo da fornecedora de segurança F-Secure, realizado na Inglaterra, Canadá, Estados Unidos, França e Alemanha.

De acordo com a pesquisa, realizada em janeiro de 2008 com 1169 entrevistados, 94,5% dos pais sentem que seus filhos correm riscos na internet.

Segundo o estudo, 20,3% dos pais acreditam que as crianças respeitam os limites de tempo estabelecidos para o uso da rede.

Os mais preocupados com a segurança dos filhos são os alemães – 77% temem pela segurança deles. Já os ingleses são os mais tranqüilos: 38% confiam na internet como ambiente seguro para os filhos.

Entre os menos confiantes na internet aparecem ainda canadenses (7%), norte-americanos e franceses, com 6%.

A segurança das crianças na internet é um tema que está em debate no Brasil, com a instauração de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) pelo Senado para investigar a prática de pedofilia na internet.

quarta-feira, 26 de março de 2008

Internauta brasileiro tem renda 6 vezes superior ao que não acessa a web

Via IDG Now
Por Daniela Braun, editora-executiva do IDG Now!

São Paulo - Renda disponível dos 39,7 milhões de internautas brasileiros é de R$ 177,94. Os 81% restantes têm renda de R$ 30,66, diz estudo.

A renda média disponível dos brasileiros com acesso à internet é quase seis vezes maior do que a renda daqueles que não acessam a rede, informa o estudo Observador Brasil 2008, divulgado nesta quarta-feira (26/03).

A parcela de 29% da população com acesso à internet - mais de 39,7 milhões de pessoas - conta com uma renda familiar de 1603,47 reais e uma renda disponível de 177,94 reais, segundo a pesquisa. Os 71% restantes apresentam renda familiar média de 816,61 reais e renda disponível de 30,66 reais.

Embora a base de internautas tenha aumentado mais de 5,5 milhões em relação a 2006 - quando 26% da população tinha acesso à rede - o índice de pessoas com intenção de fazer compras online caiu 5% no ano passado, para 14% da base de internautas. O volume de pessoas que fazem compras online, se manteve estável entre 2006 e 2007, em 14% da base.

"Quem é varejista não pode perder a oportunidade de conquistar esses novos clientes na internet", comentou Franck Vignard-Rosez, diretor executivo de Marketing, Parcerias e Novos Negócios da Cetelem Brasil.

A avaliação do perfil de consumo no e-commerce mostra que o grupo de 85% dos internautas brasileiros que fazem ou já fizeram compras online têm uma renda média disponível de 702,04 reais, mais de dez vezes acima da renda média disponível registrada em 2007 entre a parcela de 15% que não utilizam o e-commerce (61,40 reais).

O estudo encomendado pela financeira Cetelem em parceria com o Instituto de Pesquisas Ipsos, se baseou em uma amostra de 1.500 entrevistas realizadas entre 12 e 21 de dezembro de 2007 em 70 cidades de nove regiões metropolitanas do Brasil.

Os maiores índices de satisfação dos brasileiros que compram pela internet envolvem variedade de escolha (96%), informações e qualidade dos produtos (945). O menor grau de satisfação está associado a possibilidades de crédito (86% declaram-se satisfeitos ou muito satisfeitos) e à segurança no pagamento (83%).

Como vovó enxerga o controle remoto

Outra ótima do blog Webluv

Às vezes quem está mais habituado com este mundo tecnológico esquece que, para que nasceu ou ainda vive de forma analógica, qualquer dispositivo "mais muderno" parece coisa do outro mundo (isto vale também quando você tenta explicar como funciona um site para alguém que não entende o mundo online).

Como vovó enxerga o controle remoto:

Hierarquia de informações

Fonte: WebLuv, excelente site de AI

Apesar de ser parte chave do nosso processo de trabalho, nem sempre é fácil comunicar a hierarquia de informações desejada. Luke Wroblewski (do Yahoo! e do Functioning Form) criou uma apresentação realmente interessante sobre o assunto para o WritersUA 2008.

Leia mais aqui

Inglês leiloa a própria vida no eBay

Fonte: Folha online
da Reuters, em Sydney

Um inglês decidiu leiloar sua própria vida --incluindo sua casa, seu trabalho, suas roupas e seus amigos-- no eBay depois que seu casamento acabou, informa uma rede de TV australiana. O homem de 44 anos, que mora na Austrália, diz que quer começar uma nova vida.

"É hora de mudar. Um começo totalmente novo. Quero ver para onde a vida vai me levar", disse Ian Usher, 44, a uma rede de TV australiana nesta terça-feira (18).

Usher disse que leiloaria sua vida como "um pacote" com sua casa em Perth (oeste da Austrália) avaliada em cerca de US$ 385 mil.

"Olá, meu nome é Ian Usher, e eu já estou cheio da minha vida! Não a quero mais! Você pode ficar com ela se quiser!", diz ele em seu site (www.alife4sale.com). O site conta com um link para fazer lances no eBay.

Usher disse que o leilão, que começa em 22 de junho, não inclui somente a sua casa, um carro, uma moto, um jet ski e um spa, mas também seus "grandes amigos" e um emprego em uma loja de tapetes em Perth por um período de testes de duas semanas.

"Quando acabar, vou só sair pela porta da frente, pegar minha carteira, meu passaporte e começar uma nova vida", disse.

Usher disse que sua ex-mulher ficou sabendo do leilão. "O último comentário dela foi: 'parece meio louco para mim'".

 
BlogBlogs.Com.Br