Mostrando postagens com marcador you tube. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador you tube. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 15 de abril de 2008

Google permite que empresas integrem vídeos do YouTube ao Google Maps

Fonte: IDG Now!
Por Computerworld/EUA

Framingham - Empresas registradas na ferramenta de busca local de serviços associadas a mapas poderão exibir vídeos promovendo seus negócios.

Os proprietários de empresas dos Estados Unidos listadas na busca local de mapas do Google podem adicionar vídeos do YouTube junto a sua localização no Google Maps, revelou a empresa na segunda-feira (14/04).

Segundo o gigante de buscas, adicionar este recurso à ferramenta de mapas foi uma extensão natural da estratégia em permitir que vídeos com uma tag geográfica do YouTube rodassem no Google Earth.

Os usuários podem ver vídeos no Google Maps a partir da aba “Fotos e Vídeos”, localizada no quadro de informações que aparece quando o usuário clica em um local no mapa.

Uma padaria em São Francisco, nos Estados Unidos, por exemplo, incluiu o vídeo de uma entrevista com o proprietário, oferecendo imagens de bolos vendidos no local.

O blogger do TechCrunch, Erick Schonfield, observou que combinar o YouTube com o Google Maps tornará os pontos listados na busca do Google mais atrativos.

“As empresas podem incluir um anúncio de TV no Google Maps. Os vídeos mais eficientes, contudo, serão aqueles que não parecem propagandas, mas mostram as pessoas reais que cuidam de um negócio”, diz.

Heather Havenstein, editora do Computerworld, de Framingham

quinta-feira, 27 de março de 2008

Google anuncia estatísticas para vídeos publicados no YouTube

Por Redação do IDG Now!

São Paulo - YouTube Insight registrará popularidade e procedência dos usuários que assistem vídeos, supostamente aumento apelo comercial das obras.

O Google anunciou nesta quinta-feira (26/03) o lançamento do YouTube Insight, ferramenta de medição para o serviço que reúne estatísticas sobre os vídeos publicados pelo usuário.

Simples, o YouTube Insight registra o número de visualizações do vídeo, assim como a origem dos usuários interessados na obra, em uma interface que mescla o mapa usado no serviço Analytics à linha do tempo apresentada no Finance, ambos do Google.

O serviço de análise usa os registros para indicar a popularidade do vídeo em comparação à média do YouTube em determinado período. O Insight segue tendência iniciada pelo Flickr em dezembro de 2007.

"Com estas informações, você pode se concentrar em criar conteúdo focado que tenha apelo à sua audiência alvo e publicar vídeos nos dias em que estes usuários estão no YouTube", justifica o blog do serviço.

Estudo revela que 94,5% dos pais acham que filhos correm perigo na web

Por Redação do IDG Now!

São Paulo - Pesquisa da F-Secure revela ainda que 20,3% dos pais acreditam que as crianças respeitam os limites de tempo para o uso da rede.

Somente 5,5% dos pais se sentem seguros a respeito da navegação de seus filhos na internet, segundo um estudo da fornecedora de segurança F-Secure, realizado na Inglaterra, Canadá, Estados Unidos, França e Alemanha.

De acordo com a pesquisa, realizada em janeiro de 2008 com 1169 entrevistados, 94,5% dos pais sentem que seus filhos correm riscos na internet.

Segundo o estudo, 20,3% dos pais acreditam que as crianças respeitam os limites de tempo estabelecidos para o uso da rede.

Os mais preocupados com a segurança dos filhos são os alemães – 77% temem pela segurança deles. Já os ingleses são os mais tranqüilos: 38% confiam na internet como ambiente seguro para os filhos.

Entre os menos confiantes na internet aparecem ainda canadenses (7%), norte-americanos e franceses, com 6%.

A segurança das crianças na internet é um tema que está em debate no Brasil, com a instauração de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) pelo Senado para investigar a prática de pedofilia na internet.

segunda-feira, 24 de março de 2008

Marketing viral provoca polêmica

Fonte: Estadão.com.br / Marili Ribeiro

Ações da Nike e da Unilever para gerar propaganda boca-a-boca com fatos inusitados dividem os publicitários

Por pressão dos anunciantes, cresce na propaganda o uso da ferramenta conhecida como "marketing viral" ou "buzz marketing". São iniciativas que apelam ao velho recurso da divulgação boca-a-boca, só que agora difundido via internet e, se possível, em noticiários de rádio, televisão e mídia impressa. Para chamar atenção do consumidor em meio a tanta oferta de anúncios, as agências tentam ações inusitadas na expectativa de gerar exposição na mídia e visibilidade para as marcas.

O excesso de uso desse tipo de iniciativa, na opinião de alguns publicitários, começa a saturar o consumidor e causar problemas. Afinal, quando se provoca os comentários espontâneos, se perde o controle da situação. E, quando se provoca factóides pode se provocar críticas. "Há risco envolvido nessas ações e isso precisa ficar claro para o anunciante", diz Paulo Sanna, diretor de criação da agência McCann-Erickson.

Nas últimas semanas, duas ações de grandes anunciantes, Nike e Unilever, acenderam comentários sobre o tema. A Nike apelou para um blog na tentativa de plantar um fato positivo sobre o jogador Ronaldo, operado no joelho e patrocinado da marca. Houve protesto da comunidade blogueira por se sentir manipulada. "A proposta era provocar um ato de solidariedade ao jogador", diz o assessor da Nike, David Grinberg. Mas a onda de comentários negativos acabou provocando a demissão do publicitário que disparou a ação.

Se há consenso que, no caso da Nike, o viral não foi bem sucedido - até mesmo entre os mais radicais, adeptos do estilo "falem bem ou mal, mas falem de mim" -, no caso do falso incidente dos "vestidos iguais" usados por duas atrizes, criado pela Unilever promover a sua marca Seda de xampu, há divisões. "A imprensa é que se sentiu manipulada", diz um publicitário que prefere o anonimato.

A coincidência tinha jeito de ação orquestrada desde o início, mas, mesmo assim, em especial a mídia de celebridades e as colunas sociais embarcaram na situação criada pela Unilever. Deram exposição ao falso incidente de Adriane Galisteu e Taís Araújo. A ação integra a campanha em que a embalagem do xampu tem a estampa do vestido usado pelas atrizes, contratadas como garotas-propaganda .

"Contratar gente para disparar e-mails não é uma ação viral, embora seja vendida como tal", critica Sérgio Valente, presidente da agência DM9DDB. "É muito difícil criar um factóide que vire assunto para um boca-a-boca, que seja capaz de mobilizar as pessoas. Quem promete algo assim não vai entregar. Pior, o consumidor não aceita manipulação. Ele aceita uma idéia surpreendente, mesmo que seja pura publicidade."

Sanna, da McCann, que já fez uso do marketing viral a pedido de clientes, faz questão de destacar que o uso deve ser bem ponderado, para não resultar em prejuízo para a marca. "Plantar um fato falso pode promover antipatia", diz ele. "A exploração do recurso fez muito sucesso em 2000, quando surgiu, até 2005, quando o uso excessivo reduziu sua força. Hoje, só faz sentido usá-lo se o recurso fizer parte de uma campanha maior, orquestrada em várias etapas". Esse seria o caso da Unilever para a marca Seda.

Para atingir seus objetivos comerciais, as ações virais precisam ter senso de oportunidade. A agência NBS obteve bons resultados para o cliente MyMovies, uma locadora de filmes do Rio de Janeiro, ao produzir uma campanha no boca-a-boca a partir de um vídeo postado no YouTube. A ação teve a participação do ator Caio Junqueira, um dos policiais em treinamento pelo capitão Nascimento no filme Tropa de Elite.

O momento da iniciativa contou a favor, já que aconteceu quando o filme começava a fazer sucesso junto ao público e criar polêmica. A estratégia tinha duas etapas. Na primeira, mostrava o ator brigando com um camelô de filmes piratas, sugerindo que ele confundia o personagem com a vida real.

O rumor causado pelo vídeo rendeu várias matérias na imprensa, além de ter figurado entre os mais assistidos no YouTube na semana de sua estréia. Depois desse sucesso, a agência pôs outro vídeo no ar, em que o serviço da locadora MyMovies era apresentado.

domingo, 16 de março de 2008

Desktop substitui TV para 75% dos americanos

Do blog do Marcelo Namura

Pesquisa mostra que televisor não é mais um equipamento insubstituível na hora de assistir a vídeos.

O estudo feito pela empresa E-Poll mostra que os jovens americanos, com 13 anos ou mais, têm outros equipamentos nos quais assistem a vídeos.

O tipo de máquina mais usada ainda é o desktop. Segundo a pesquisa, 75% dos entrevistados usam seus desktops como TV. Em segundo lugar aparece o notebook, que já foi usado para assistir a vídeos por 46% dos jovens dos Estados Unidos.

Players de vídeo portáteis são usados por 16% dos participantes do estudo. O iPod, da Apple, também aparece na lista. Já foi usado por 13% dos respondentes para exibição de arquivos de vídeo.

Os celulares fecham a lista, com 13% de resposta afirmativa por parte dos usuários jovens americanos.

 
BlogBlogs.Com.Br